Tema central
Infância Brasileira – Ser criança significa ter infância?
Objetivos de aprendizagem
Analisar criticamente a situação de vida das crianças no Brasil.
Identificar as possibilidades da ação docente mediante às condições da infância brasileira.
Utilizar ferramentas da Web 2.0 para compartilhar as reflexões provenientes dos estudos e pesquisas realizados.
Segmento de ensino e séries envolvidas
Ensino Médio – 2º ano do curso de Formação de Professores (Normal), no âmbito da disciplina CDPEI – Conhecimentos Didático-Pedagógicos em Educação Infantil.
Ferramentas web 2.0 que serão utilizadas
YouTube, Google Search, Facebook, Google Docs
Metodologia de aplicação / Cronograma
1ª semana
- Ver os vídeos: "A invenção da infância" e "Criança, a alma do negócio":
- Consultar o ECA - Estatuto da Criança e do
Adolescente
- Pesquisar o tema em diferentes sites: UNICEF,
OIT, ANDI, Portal Social, Revista Pontocom, EcoPedagogia
2ª semana
- Postar comentário no
Facebook sobre a temática: "Ser criança significa ter infância?"
- Interagir com os colegas através do Facebook,
respeitando as opiniões, sem se omitir do debate.
3ª semana
- No Google Docs,
descrever uma propaganda atual direcionada ao público infantil, incluindo
uma análise crítica.
- Compartilhar seu trabalho e comentar a análise
dos outros colegas.
4ª semana
- No Google Docs, escrever
um pequeno texto: "O que você como professor pode fazer diante dos
fatos e situações observadas?"
- Compartilhar com os colegas da turma,
convidando-os para comentar o texto no Google Docs.
Forma de
avaliação
Será realizada de acordo com a participação do
aluno nas diferentes etapas do trabalho:
- Comentário no Facebook e interações = 3
pontos;
- Análise crítica da
propaganda e interações = 3 pontos;
- Produção de texto
sobre as possibilidades da ação docente = 4 pontos.
Material de
apoio: referências bibliográficas, sites e vídeos da internet
Vídeos:
SULZBACH, Liliana. A invenção
da infância. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=BCJQW6YHfHI>.
Acesso em 15 de junho de 2012.
RENNER, Estela. Criança, a alma do negócio. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=49UXEog2fI8> . Acesso em 12 de setembro de 2012.
Estatuto da Criança e do Adolescente:
Rede Pró-Menino. Estatuto
da Criança e do Adolescente. Disponível em: < http://www.promenino.org.br/Ferramentas/Conteudo/tabid/77/ConteudoId/b2241bb8-1940-49ec-94d8-eb943643e380/Default.aspx >. Acesso em: 18 de junho de 2012.
Thomaz, Bia. Estatuto da Criança e do Adolescente. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=vEXkDt_Q7Z8&feature=related>. Acesso em: 18 de junho de 2012.
Sites:
UNICEF. Fundo das Nações Unidas para a Infância.
Disponível em: < http://www.unicef.org.br/>.
Acesso em: 18 de junho de 2012.
OIT.
Organização Internacional do Trabalho. Disponível em: < http://www.oit.org.br/>. Acesso em: 17 de junho de 2012.
ANDI
. ANDI – Comunicação e Direitos. Disponível em: <http://www.andi.org.br/
http://www.clicrbs.com.br/especial/br/portal-social/home,0,3535,Capa.html>. Acesso em: 17 de junho de 2012.
http://www.clicrbs.com.br/especial/br/portal-social/home,0,3535,Capa.html>. Acesso em: 17 de junho de 2012.
REVISTA
PONTOCOM. Disponível em: <http://www.revistapontocom.org.br/entrevistas/as-criancas-que-trabalham-na-teve>. Acesso em: 16 de junho de 2012.
ECOPEDAGOGIA.
Disponível em: <http://www.ecopedagogia.bio.br/index.php/2012-04-04-16-17-49/vida-e-sensivel/339-publicidade-infantil-proibir-ou-nao>. Acesso em: 16 de junho de 2012.
“Não posso ser professor se
não percebo cada vez melhor que, por não poder ser neutra, minha prática exige
de mim uma definição. Uma tomada de posição. Decisão. Ruptura..."
Paulo Freire




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